quarta-feira, 13 de abril de 2011

quinta-feira, 3 de março de 2011


João Fitas

Pintura 1

De 17 de Fevereiro a 19 de Março



Sopro - Projecto de Arte Contemporânea apresenta a exposição intitulada Pintura 1 do artista João Fitas.

Os trabalhos incluídos nesta mostra resultam de uma pesquisa e reflexão sobre a própria pintura. Para isso, o artista parte da apropriação de obras de pintores “inscritos” na História de Arte, numa tentativa de restabelecimento da memória, introduzindo, no entanto, uma simbologia contemporânea, re-criando, assim, o seu/nosso tempo.

Através das “paisagens apropriadas” e da simbologia atribuída à figura do cavalo, João Fitas, por vezes com humor, parece querer questionar, reapreciar, o espaço e o tempo de representação, ou numa visão mais abrangente, o mundo natural contrapondo-o com a artificialidade da forma construída pelo homem.








Cavalo da playmobile s/paisagem segundo David Friedrich

2010, óleo s/tela, 50x65 cm





Escultura equestre com 62 mm de altura #1

2011, óleo s/papel, 70x50 cm




Retrato equestre sem cavalo

2011, óleo s/ tela, 150x116 cm




Par de Botas

2010, óleo s/tela, 80x60 cm




Cavalo Preto

2010, óleo s/tela, 200x240 cm


Cavalo Branco

2010, óleo s/tela, 200x150 cm


Cavalo da playmobile s/paisagem segundo Hyppolyte Leconte

2010, óleo s/tela, 150x150 cm

Vistas exposição


























terça-feira, 8 de fevereiro de 2011


Exposição Colectiva


Pintura e Desenho

André Alves

Bruno Borges
Fernando Mesquita
Patrícia Sousa
Miguelangelo Veiga
Ricardo Pistola
Romeu Gonçalves


20 de Janeiro a 12 de Fevereiro




Romeu Gonçalves

S/Título (EUA), 2010, acrílico s/papel, 70x70cm



Romeu Gonçalves

S/Título (Alemanha), 2010, acrílico s/papel, 70x70 cm




Patrícia Sousa

Something out of service #4, 2005, acrílico s/tela, 150x200 cm



Patrícia Sousa

Sala de Audiências, 2005, acrílico s/tela 60x200 cm



Ricardo Pistola

S/Título, 2009, acrílico s/tela, 80x150 cm



Ricardo Pistola

S/Título, 2009, acrílico s/tela, 100x100cm



Bruno Borges

Muro, 2009, óleo s/tela, 110x140 cm



Bruno Borges

Campismo, 2009, óleo s/tela, 120x130 cm




Miguelangelo Veiga

S/Título, 2009, acrílico e tinta da china s/tela, 110x160cm



Miguelangelo Veiga

S/Título, 2009, acrílico e tinta da china s/tela, 80x80 cm





Fernando Mesquita

Three wishes #3, 2008, acrílico e verniz s/madeira, 183x170 cm



Fernando Mesquita

The Architec's Dream #5, 2007, técnica mista s/papel, 75x105 cm



André Alves

A estratégia não tolera variações #3, 2010, grafite e acrílico s/papel, 40x48,5 cm



André Alves

A estratégia não tolera variações #7, 2010, grafite e acrílico s/papel, 40x45,4 cm





André Alves

A estratégia não tolera variações #3, 2010, grafite e acrílico s/papel, 40,5x47 cm


André Alves

A estratégia não tolera variações #2, 2010, grafite e acrílico s/papel, 38,04x45,5 cm

Vistas da exposição















































sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

JORGE LEAL

APPROXIMATELY EIGHTY KILOS OF MATTER IN THE UNIVERSE

02 de Dezembro de 2010 a 15 de Janeiro de 2011



matéria. s.f.. 1. Substância que compõe qualquer corpo sólido, líquido ou gasoso. 3. Substância física, considerada em oposição a espírito.
Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea

“(...)
you have never
seen
the Edge of
yourself
(...)
Charles Bukowski, The Last Night of The Earth Poems

Há cerca de meio ano recomecei a fazer auto-retratos dum modo continuado. Não foi uma busca autofágica, foi um regresso a um tema que em determinados períodos me tem servido para reavaliar o meu trabalho. Por outro lado, o meu desejo de começar a trabalhar o tema retrato de um modo mais continuado faz do auto-retrato o mais imediatamente exequível (e preparatório).

O auto-retrato sempre foi um mecanismo utilizado pelos artistas para fazerem um ponto da situação pessoal. Ao mesmo tempo é muitas vezes considerado como um gesto de cultivo de uma paixão narcísica. No caso destes trabalhos que apresento há, para além duma paragem e tentativa de estabelecer um ponto de partida para algo ainda incerto, um lado de desconstrução do meu ser social. São retratos calculados para mostrarem na mesma medida que escondem, numa clara simpatia pela ideia do falhanço de qualquer representação pictórica (apenas tintas orquestradas sobre tela). Isto remete igualmente para o excerto do poema do velho Buk, para a permanente cobardia perante a exposição total.

Os trabalhos que apresento correspondem a um conjunto começado no verão de 2009 em Barcelona e acabado em Lisboa em Novembro de 2010. Ao preparar a exposição tive sempre a intenção de ter, como complemento aos auto-retratos, imagens que traduzissem o confronto com outras fontes de interesse e me permitissem ser o mais genuíno possível na apresentação de mim mesmo. Talvez os cerca de oitenta quilos da minha matéria não fossem para mim tema suficientemente do espírito. A possibilidade de não atingir o limite enunciado pelo Bukowski é assumida. Um homem sem limitações é um homem sem carácter.

Novembro 2010
Jorge Leal




Rorschach

2010, óleo s/tela, 75x120 cm


Auto-retrato

2010, óleo s/tela, 120x80 cm



Auto-retrato

2010, óleo s/tela, 81x60 cm




Auto-retrato

2010, óleo s/tela, 90x62 cm



A Palm Tree

2010, óleo s/tela, 120x120 cm



Herbário

2010, óleo s/tela, 64x130 cm



Abbott

2010, óleo s/tela, 81x130 cm



Gibões

2010, óleo s/tela, 110x46 cm



Elefantes

2010, óleo s/tela, 146x114 cm




Auto-retrato

2010, óleo s/tela, 116x89 cm



Gauguin

2010, óleo s/tela, 75x92 cm



Auto-retrato

2010, óleo s/tela, 100x65 cm



Auto-retrato

2010, óleo s/tela, 100x81 cm



Auto-retrato

2010, óleo s/tela, 100x100 cm



Barajas

2010, óleo s/tela, 60x130 cm